DO MICRO AO MACRO DE NÓS

De uma bela casa, uma linda vista.
De um lindo planeta, uma fantástica visão.

Visão da Casa

O inimaginável começa diante de nós, no microcosmo que somos nós mesmos.
Daí as percepções vão se expandindo e, no alongar do tempo, o macrocosmo se revela.

Visão da praia

No Universo da matéria, as mais incríveis paisagens são, realmente, as nebulosas, Tiago Somogy Boú-Rizk (https://cosmosetudomais.wordpress.com/2015/12/02/a-arte-da-poeria-estelar/).
Elas têm todas as cores, todas as formas, todos os conteúdos.

Sim, as nebulosas desenham diante da imensidão e do esplendor de bilhões e bilhões de galáxias o que conseguimos ver: a infinitude e a pequenez.

Nebulosa Jolie

Somos minúsculos. Somos minúsculos quando não enxergamos as outras pessoas.

Não enxergamos o seu contorno físico, não enxergamos suas almas.
Elas passam e, imprevidentes, não compreendemos que um grande amigo foi embora sem que o conhecêssemos. Não compreendemos que aquela pessoa, se o nosso caminho cruzou, nem que por alguns segundos, trazia alguma experiência que nos enriqueceria.
Não conseguimos compreender, muitas vezes, nem quando a pessoa atravessa meses por nós.

Somos tão pequenos que não conseguimos nem enxergar os nossos verdadeiros corações.

Visão geral

Somos infinitos.
Todas as nossas experiências, somadas, se encadeiam, alcançando o espaço sideral, entrando na corrente de várias densidades de matéria, de várias frequências, de várias dimensões.

Onde podemos parar? Se nossos prótons, elétrons e nêutrons saltam, ininterruptamente?

Como podemos medir a nossa capacidade de amar se somos infinitos?

Praia Outro Lado

Adoramos pôr limites. Adoramos nos agarrar ao medo achando que ‘não podemos’ ou ‘não conseguimos’ ou ‘não temos capacidade’ ou ‘não, não e não…’

Praia brilhante

Não olhamos para as nebulosas.
99% das vezes, simplesmente, não olhamos para o horizonte que tem brilho e esperança, não conseguimos mergulhar os pés na areia branca, não olhamos nem para o céu que é o que há de maior à nossa volta…

Nebulosa Olho

Só conseguimos aprisionar a nós mesmos.
E bastava encostar a extremidade energética do pé na ponta da menor das nebulosas.

BOTOX E OS EXERCÍCIOS DE PACIÊNCIA

Já pus botox no rosto umas três vezes pelo menos. Faz uns quatro anos que não faço isso. Tem gente que fica bem, mas eu me sentia uma boneca de plástico. Umas ruguinhas são heróicas e gosto delas.
Nos estudos sobre terapia alquímica tenho aprendido que – como somos feitos de prótons, elétrons e nêutrons – as células e as moléculas rejuvenescem se conseguimos não ficar zangadas nem chateadas com os outros e conosco mesmas. Ainda não consigo fazer isso o tempo todo. Tenho me exercitado. Me sinto extremamente bem quando alguém esbarra em mim na rua e, simplesmente, finjo que não aconteceu. Não engulo sapo: apenas o coração reage de maneira tranquila diante de uma pessoa nitidamente atormentada. Não sobe aquele fogo que dá vontade de revidar, sabe? Não sentimos o ‘sapo’ quando realmente a ofensa só nos desperta compaixão.
Mas que fique bem claro: não consigo reagir assim todas as vezes. Afffff…..oh alma humana…..

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