AOS MESTRES DO BRASIL

monica-t-maia-professorMonica T Maia, com arte desenvolvida por Léo Brittu.

 

São eles, professores e professoras do Brasil, os mestres do incentivo à imaginação. Tornam-nos cidadãos melhores.

Afinal, como bem disse o grande Einstein, “O conhecimento é limitado, enquanto a imaginação abraça o mundo inteiro, estimulando o progresso, dando à luz a evolução. Ela é, rigorosamente falando, um fator real na pesquisa científica”.

Parabéns a todos os mestres!

DAS ROCHAS, O PASSADO QUE REACENDE O FUTURO

2015-03-25 16.32.38

“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”. Albert Einstein

Há um programa muito interessante na TV brasileira. E muito belo. Sobrevoa, se fixa momentaneamente, se alterna e conversa sobre as montanhas e intrincadas pedras que nos rodeiam. Enquanto isso, quase sem percebermos, desenrola os mistérios e as almas das gentes que viveram ou ali ainda vivem.
“Sobre Rochas”, apresentado por Marcelo Motta, do Departamento de Geografia da PUC carioca, tem o padrão de qualidade da inglesa BBC. Ao mesmo tempo é tão brasileiro que dá o maior orgulho.
Desde a animação dos continentes que se separaram no passado – faz uns 200 milhões de anos – dando origem às atuais curvas do litoral, ao relevo do Corcovado, às delicadezas e fortalezas da Mata Atlântica, à uma infinidade de nuances da Natureza e da vida, Motta narra o passado e o presente pressentindo o futuro que voltará algum dia.
O apresentador tem o estilo sóbrio e elegante do bom conhecedor.
“Sobre Rochas” estreou em 2014, revisitou até recantos que desconhecíamos no Rio de Janeiro e, também, já foi a outros estados. Sempre às quartas, às 21h. Com reprise às quintas (18h30), aos sábados (19h30), segundas (20h30) e terças (19h). No +Globosat.
Boa TV para você!

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ESCRITORES DE CABECEIRA

livros de cabeceira

“…nossa estrela, evidentemente, é só uma numa enorme multidão”. Carl Sagan

Entrevistei algumas vezes o escritor José Saramago, Nobel de Literatura. Foram conversas maravilhosas. Conheci e/ou entrevistei outros escritores. Todos grandes. Como José Riço Direitinho, autor do belo “Breviário das Más Inclinações”, ou o espanhol Enrique Vila-Matas.
Li meu primeiro livro aos 5 anos. Aos 7, já engolira toda a coleção de Monteiro Lobato. Foi onde aprendi sobre a democracia ateniense de Péricles. Daí seguiram “Capitão Tormenta”, “Aventuras de Tom Sawyer”, todos os Júlio Verne. Li Faulkner e Hemingway aos 14, Sartre e Simone de Beauvoir aos 16 quando ingressei na primeira faculdade. Marx aos 17, Victor Hugo aos 18, Gabriel García Márquez aos 19 e aí tudo ficou muito diferente. “Os Miseráveis” e “Cem Anos de Solidão” são tão incríveis que continuam sendo as minhas histórias preferidas. Como se a realidade fosse tão irreal que só dá para ser descrita pela ficção.
Agora, ando lendo Einstein, Jung e Carl Sagan e tenho compreendido isso ainda melhor.

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