REFUGIADOS: O PIOR DA HUMANIDADE

A ótima jornalista Eliane Oliveira escreveu de Paris esta semana:

A mãe e o pai formam um jovem casal. Estão na rua, preparando-se para dormir com os dois filhos pequenos, sob o rigoroso inverno de Paris. São refugiados e fazem parte de um universo de pessoas que fugiram da morte e, certamente, só conseguiram deixar seus lares para trás porque tinham recursos para isso. Mas agora são nada. Contam com a boa vontade rarefeita dos transeuntes.

Eles estavam a poucos metros de onde eu e Marquinhos estávamos hospedados. Passei por eles anteontem à noite. Voltei e lhes dei dez euros. ‘Merci, merci beaucoup!’, disseram. 

Ontem à noite, a mulher estava sozinha. Os meninos, de cinco e quatro anos, estavam abraçados. Um gesto de carinho entre irmãos. Eu e ela nos entreolhamos. Ela esboçou um sorriso. Aquele dinheiro não iria resolver seu problema, embora fosse muito, ante as parcas moedas que tinham recebido.

Chorei.

Reclamamos tanto de vida e não damos valor ao que realmente importa.”

(https://www.facebook.com/eliane.oliveira.123829/posts/1139147366139575?comment_id=1139459732775005&reply_comment_id=1139486616105650&notif_t=feed_comment_reply&notif_id=1481820497773040)

Migrants walk to transit camp after entering Macedonia

As guerras no Oriente Médio duram a vida toda. Motivos? Ambição desenfreada, corrupção, repressão, crueldade. Somente a guerra na Síria contabiliza 400 mil mortos e o êxodo de mais de 4,5 milhões de pessoas, desde 2011. Mas foi só há pouco mais de um ano, quando as pessoas, desesperadas, inundaram as costas da Europa é que virou notícia no Ocidente.

A “crise dos refugiados” expõe a céu aberto o pior da humanidade.

E quem é refugiado em seu próprio planeta?

Monica T Maia

O ORGULHO DE SER BRASIL

Monica T Maia

Gostaria imensamente, Brasil, que, enfim, você se rendesse.

A você mesmo.

Esse mulato, negro, pardo, branco, índio, amarelo, de qualquer cor.

Ao Brasil que não é inzoneiro, afetado, mexeriqueiro.

Gostaria imensamente, Brasil, que você assumisse quem realmente é.

Umas das nações mais ricas e belas do planeta.

Gostaria imensamente, Brasil, que você deixasse de ter vergonha de si mesmo!

Gostaria imensamente, querido Brasil, que você se olhasse no espelho com olhos de ver.

Que, sim, enxergasse que têm problemas como a maioria dos países do mundo.

E, sim, parasse com essa mania de se menosprezar, de se diminuir, de espalhar aos quatro ventos que não tem jeito!

Sabe Brasil, tem mendigo no Central Park, tem desempregado em Londres, tem miséria absoluta na Índia, na Albânia, no Azerbaijão. Têm guerras pavorosas em vários cantos do globo.

Mas essas notícias não se multiplicam por aí.

Claro que não! Os povos dos outros países têm orgulho de terem nascido onde nasceram!

E tentam resolver isso dentro de casa.

Para o planeta fazem a propaganda do que têm de melhor.

E assim atraem o melhor.

Gostaria imensamente, Brasil, que você arrancasse a máscara de vez!

E se assumisse! E abusasse do seu talento, da sua alegria, da sua determinação, da sua capacidade de transformação!

A lindíssima, étnica e multicultural festa das Olimpíadas Rio 2016 foi um show!

Por duas semanas, um exemplo para a Terra inteira do contato de uma Nação com a sua origem real.

Uma Nação que promove sementes do amanhã.

Uma Nação que dá exemplos diários de pacifismo!

Que outro povo assiste tantos descalabros na administração pública?

Ah Brasil, você andava muito perdido.

Autoflagelando-se.

Sentindo-se diminuído ou vítima.

Com a autoestima lá no pé…

Deixa disso!

Devemos ter orgulho de nós!

Somos criativos, sérios, sensacionais!

Somos todos os povos num povo só.

Todos, vamos dar as mãos e, unidos, enfim, fazer dessa a grande Nação que é.

Bandeira-do-brasil

O LINDO MENINO DE 5 ANOS DA GUERRA DA SÍRIA: QUEM É REFUGIADO EM SUA PRÓPRIA CASA?

Monica T Maia

A imagem do menino de apenas 5 anos coberto de sangue que corre o mundo faz-nos chorar. Muito. A guerra na Síria, a guerra em qualquer lugar, por qualquer motivo, deveria ser ficção longínqua num planeta civilizado.

Só consigo chorar. Com uma tristeza profunda pela desumanidade. Nenhum motivo existe para a matança de povos inteiros. E já morreram 250 mil pessoas nesse confronto, dezenas de milhares de crianças. São, hoje, 11 milhões de desabrigados!

A mãozinha cheia de sangue que, em completo silêncio e com a perplexidade sentida no olhar, o menino passa no rostinho ainda mais sujo de sangue, deixa-nos completamente sem palavras.

https://www.youtube.com/watch?v=IU0ZzABoft4

Apenas publico mais uma vez o que já escrevi em outubro passado. É só comparar os números da inércia internacional diante da barbárie:

“É o assunto do momento. São pixels e mais pixels de pessoas desesperadas procurando um lugar para viver. A “crise dos refugiados” me leva a um mundo primitivo, onde não há Amor real. Onde os sentimentos que realmente trazem felicidade simplesmente não existem – liberdade, igualdade, fraternidade.

É muito grave essa crise. Expõe a céu aberto o pior da humanidade.

E, quem sabe, o seu melhor: parece haver um esforço do governo da Grécia de abrigar pessoas de maneira honrada. Na reunião entre líderes de países europeus, no último fim de semana, os gregos disseram que não farão ‘campos de concentração’ para os imigrantes. A pequena Grécia, que está vivendo uma forte crise econômica, mas que foi o solo de Sócrates, Platão, Pitágoras e Péricles. Algo dessa herança, de alguma maneira, está reverberando nesse momento.

Desde janeiro, bem mais de 350 mil seres humanos fugiram da carnificina no Oriente Médio. Demorou a cair a ficha de governantes da Europa. Está demorando a cair a ficha de todos nós: cercamos nossas casas de grades na ilusão de que ficaremos ‘a salvo’. Tentamos blindar nossos corpos, mas nunca conseguimos blindar nossas almas. Enquanto existir uma única pessoa sem pão, sem teto ou sem dignidade no mundo, estaremos em ‘perigo’. Exatamente porque a verdadeira segurança é uma rede energética, com todos interligados, se protegendo e se amparando.

Tenho certeza de que, no meio do caos, há pessoas prestando toda a ajuda possível, independentemente de credo ou nacionalidade. Tenho certeza de que ainda conheceremos belas histórias de abnegação e compaixão, que estão sendo vividas nesses meses. De uma família alemã que adotou três crianças sírias que perderam os pais no Mediterrâneo; ou de um milionário austríaco que, inspirado em Mozart, construiu uma linda edificação para muitos imigrantes e propiciou-lhes chances de emprego. Ou de um grupo que, da América do Sul, enviou diária e anonimamente doses generosas de fótons coloridos para os desabrigados. Esses gestos são constantes nas crises. Só são muito pouco ou nada divulgados.

Só se fala em refugiados… Passados longos 4 anos do início da guerra civil síria, que já gerou a morte de mais de 300 mil pessoas nos dois hemisférios.

Na verdade, demoraram muito a falar em refugiados. E só falaram porque uma multidão procura a Europa pelo mar.

Para onde iríamos se jogassem uma bomba em nossas casas? Para outra galáxia? Não conseguimos ainda nem fazer um foguete espacial tripulado que ultrapasse a Lua…

Refugiados?
Quem é refugiado em sua própria casa?
A Terra é a casa de todos nós.”

O MUNDO MARAVILHOSO QUE CONSTRUÍMOS

Monica T Maia

 

Os sábios de todos os tempos sempre disseram que temos o mundo que construímos.

O mundo que construímos com nossas mentes: Leadbeater e Blavatsky rememoraram, no século XIX, um conhecimento que já era aplicado pelos antigos egípcios avançados, o das “formas-pensamento”.

Tudo o que pensamos se transforma em realidade.

Se pensamos que o Brasil não vai dar certo, ele acabará não dando certo mesmo. Se pensamos que não conseguiremos um namorado ou uma namorada bacana, não conseguiremos um par bacana nunca. Se pensamos que não vamos progredir no trabalho, não vamos progredir no trabalho em instante algum.

Todos os nossos pensamentos se solidificam, de acordo com a sabedoria milenar. Nossos pensamentos se engessam e não deixam-nos progredir.

Ainda bem que o Cara lá de cima tem “caras” espalhados por todas as áreas do Conhecimento.

Muitos nas Artes.

Com a palavra e os sons, Louis Amstrong:

NO RIO, MAR RETOMA O SEU LUGAR

Monica T Maia

 

Depois de três fortes ressacas, praias do litoral carioca encolheram.

Arpoador 1

Onde via-se areia, agora é rocha coberta pelo mar.

Desde a queda da Ciclovia Tim Maia, há 15 dias, as faixas litorâneas diminuíram.

Pescadores da região dizem que, desde o terremoto em Minas Gerais, com magnitude de 6,4 na escala Richter, há 10 dias, o mar subiu ainda mais. Somente em abril, foram registrados 14 tremores de terra no Brasil.

Arpoador 2

No Posto 8, em Ipanema, as ondas estouram agora antes da espuma branca, onde era a margem

Cerca de 20 metros de faixa de areia foram engolidos pelo mar.

Arpoador 4

Nessa faixa transversal de mar, mais clara, enxerga-se uma vala bem funda submersa. Aí, antes, sentava-se para apreciar a vista.

Arpoador 3

O Arpoador, nesse instante, é puro mar. A areia tornou-se um tímido cantinho que pedras empilhadas mal deixam pisar.

Arpoador 6

Assim é o Novo Arpoador.

Eba!!! TAG “Liebster Award”

liebster-award

A Rosa Lauren do CHARME HAUT  me indicou para responder a TAG “Liebster Award”. O site da Rosa Lauren é de muito bom gosto e tem muito bom astral e fico super agradecida! Respondi essa Tag tem um bom tempo, mas acredito que sempre vale a pena replicar lindas ideias. Muita gratidão Rosa!

Como funciona?

  1. Escreva 11 fatos sobre você.
  2. Responda as perguntas de quem te indicou.
  3. Indique de 11 a 20 blogs.
  4. Faça mais 11 perguntas para quem você indicar.
  5. Coloque a imagem que mostre o selo Liebster Award.
  6. Marque quem te indicou.

11 Fatos sobre mim:

  1. Tenho tentando me conhecer realmente. Como nunca antes.
  2.  Tenho tentado me amar verdadeiramente. Enxergando todas as qualidades e todos os defeitos.
  3. Sinto uma felicidade que nunca senti antes.
  4. Venho entendendo que a felicidade não são as conquistas, mas os processos para alcançá-las.
  5. Meu filho é um cara muito bacana. E sinto um amor tremendo pelo que ele constrói para si mesmo.
  6.  Quero escrever muito mais e melhor.
  7. Quero conhecer muito mais pessoas e suas experiências completamente diferentes das minhas. Nas redes sociais e ao vivo!! Hehehe…
  8. Adoro águas. A que bebo da fonte, do mar, das cachoeiras, do Rio Amazonas…
  9. Adoro grãos e castanhas. Granola com castanha-do-pará, maçã, canela, coco e abacaxi, huumm.
  10. A-DO-RO aprender conhecimentos de qualquer área. Bem, transformá-los em sabedoria demanda muitíssimo mais tempo…
  11.  Gosto tremendamente de ser surpreendida pela Vida.

Perguntas da Rosa Lauren do CHARME HAUT:

01 – Na sinceridade , você acha que dinheiro é mais importante que amor? Não gosto dessa comparação. Os maiores índices de suicídio do planeta são registrados em países muito bem resolvidos financeiramente. Mas o que pensa uma mãe que não tem comida para o seu filhinho que berra de fome? Acho que dinheiro sustenta necessidades básicas no mundo da matéria. Sustenta também um belo vestido para levantar a auto-estima. Mas o vestido vai ficar largado, melancólico, num cabine, se em torno dele não se criar o Amor. Essa é a força mais poderosa do planeta. O dinheiro deveria servi-lo, como tudo mais.

02 – Se você pudesse voltar no tempo e alterar algum fato, o que seria? O aprendizado que poderia ter tido. Muitas vezes, a ficha demora a cair.

03 – Se tivesse uma filha menina que nome daria? E a um menino? Ana Carolina. Menino é Bruno.

04 – Um erro cometido? Uma montanha. Mas a graça do mundo é o aprendizado diário.

05 – Qual lugar você gostaria de conhecer? Irlanda, Índia e Vênus.

06 – Qual foi o último presente que você ganhou? Um curso de Coaching Integral Sistêmico, criado e ministrado pelo PhD Paulo Vieira.

07 – Qual foi o último presente que você deu a alguém? Um vestido comprido e sexy para uma grande amiga.

08 – Você prefere dar ou receber presentes? Os dois. Todo mundo fica muito feliz: quem dá e quem recebe. Saber receber também é um aprendizado.

09 – Se pudesse pintar qualquer coisa, o que seria? A ponta do nariz do meu netinho. De azul claro.

10– Qual é seu maior vício? Mudanças.

11 –  Durante a vida uma pessoa tem várias playlists. Qual/quais a música que te acompanhou por mais tempo?

ODE À ALEGRIA, 9ª SINFONIA DE BEETHOVEN

MOZART – PIANO CONCERTO Nº 21, K.467

AIR – JOHANN SEBASTIAN BACH

SCHUBERT – AVE MARIA

AVE MARIA, GOUNOD

HALLELUJAH – ANDRÉ RIEU

ATLÂNTIDA – IVAN LINS

ZECA PAGODINHO – SER HUMANO

ZECA PAGODINHO – MINHA FÉ

MEU LUGAR – ARLINDO CRUZ

Perguntas de BOAS CONVERSAS:

01 – Ao acordar amanhã, o que faria da vida se pudesse escolher?

02 – Lua ou Sol?

03 – Qual a viagem mais maravilhosa que já fez?

04 – Qual (quais) falta(m) fazer?

05 – O que falta nas redes sociais?

06 – Falta algo na sua vida social?

07 – O que provocou a sua gargalhada mais deliciosa?

08 – Qual a lembrança que sempre provoca sensação de paz, de alegria genuína?

09–  Se você ganhasse hoje uma bolsa de estudos para o país de seus sonhos você iria sem piscar?

10 –  A playlist: Quais as músicas que te marcam mais?

11–  Fogo, Terra, Água e/ou Ar?

Indicados:

TODO AMOR QUE EU GUARDEI

COISAS DO AMOR…

DO AMOR E OUTRAS COISAS

SINTA O AMOR

BLOG DA CYN

CONVERSA DE MENINA

CONVERSA FIADA

A BUSCA DA FELICIDADE

KUDZA THOUGHT’S

O EU INSÓLITO…

IDEIA DE PENSAR

 

ANATASHA MECKENNA: ‘Comentário-Post’ de maravilhosos acordes e melodias

“Monica, amigos, gratidão por seus luminosos carinhos. Obrigada pela divulgação. Apenas desejo cantar com o coração para os corações de todos quanto mais puderem ouvir essa voz que apenas alguém muito generoso poderia ter criado. Não importa crença, filosofia, nada. Nada é maior que o amor que sinto por cada um de vocês e por toda a humanidade. Sonho ainda um dia poder abraçar sonoramente todas as pessoas desse lindo Planeta! Abraço com música e muito obrigada uma vez mais”.

ANATASHA MECKENNA

“Os bons corações são aqueles que não lançam apenas sementes, mas sim, os que adubam, regam e dividem seus frutos”. (Anatasha Meckenna).